A história da Farmácia brasileira ganha vida na experiência da rede Drogasil, cuja trajetória remonta ao início do século 20. Em 2011, ela se uniu à rede Droga Raia, que, igualmente, passou pelos principais momentos de mudança no varejo e na carreira do profissional de Farmácia em mais de 100 anos de história. Conhecer esta linha do tempo é atestar que a vocação de cuidar e de estar próximo de seus clientes está na gênese da Drogasil e permanece até hoje como seu principal valor.

 
 
 
 
Natural de Rio Claro, no interior paulista, e diplomado farmacêutico em São Paulo, José Pires de Oliveira Dias seguiu para Campinas na segunda década do século 20 para trabalhar na farmácia da Santa Casa de Misericórdia. Lá, conheceu a jovem Marina, uma voluntária que era herdeira de duas fazendas cafeicultoras. Casaram-se, e com o dinheiro que lucravam das safras de café, abriram a Drogaria Brasil, por volta de 1918. Pouco antes da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, venderam as fazendas e seguiram com os dois filhos para uma temporada de um ano na Suécia, para tratamento médico do filho mais novo. No retorno da Europa, José Pires reassumiu sua Drogaria Brasil, estabeleceu-se em São Paulo e comprou alguns outros pontos. Logo percebeu que, para o sucesso do negócio, a presença do farmacêutico era fundamental, ao mesmo tempo em que o poder de compra e de negociação com os laboratórios era proporcional ao número de lojas que se tinha em mãos. Daí surgiu a ideia de constituir uma rede de drogarias, nos moldes de uma cooperativa: cada proprietário teria o direito de indicar um membro para o conselho de administração e os dividendos seriam mensais. Dessa ideia, pioneira e inédita para a época, nasce a Drogasil, em 1935.
Fachada da Drogaria Brasil. Acervo Raia Drogasil. Fachada da Drogasil na Rua José Bonifácio, em São Paulo, no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Duas das mais antigas e tradicionais drogarias de São Paulo, a Bráulio e a Brasil, decidem se unir com o objetivo de ampliar os negócios. Para o novo empreendimento, escolhem o nome Drogasil Limitada, e já no ano seguinte o novo grupo acumula seis lojas – quatro na capital paulista e duas no interior do estado, em Marília e Ourinhos.
Fachada da Drogasil na Rua José Bonifácio, em São Paulo, no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil. Drogasil de Ourinhos no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil. Fachada da Drogasil de Ourinhos no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil. Drogasil de Marília no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil.
1935
 
 
 
 
 
 
 
1937
Diante do crescimento do negócio, agregam-se à empresa outras seis farmácias: Amarante, Ipiranga, Morse, Orion e Sul América, todas da capital paulista, e Araújo, de Ribeirão Preto (SP). A nova sociedade totaliza então 13 lojas em São Paulo e 16 no litoral e interior do estado, e conta, ao todo, com 575 funcionários. Neste mesmo ano surge o nome fantasia Pharmasil, que por legislação diferencia as lojas que têm laboratório de manipulação e perfumaria.
Fachada da Drogasil de Bauru, na Rua 1º de Agosto, em 1940. Acervo Raia Drogasil. Farmasil Morse Beta no final dos anos 1930. Acervo Raia Drogasil. Fachada da Drogasil de Bauru, na Rua Batista de Carvalho, em 1937. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
Agora com 34 lojas e expandindo sua atuação para cidades do interior paulista, como Campinas, Araraquara e Sorocaba, a rede sente os impactos da Segunda Guerra Mundial e da entrada do Brasil no conflito. O país sofre uma crise financeira e a importação, tanto de mercadorias quanto de matérias-primas, fica comprometida. A Drogasil, apesar do contexto desfavorável, consegue manter seu plano de expansão.
Armazém Geral da Rua Olímpia, inaugurado em 1938. Acervo Raia Drogasil.
1942
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1945
Terminada a guerra, 40 lojas Drogasil compõem o grupo. Pela primeira vez, a marca transpõe as fronteiras do estado de São Paulo e finca os pés em Minas Gerais (começando por Uberlândia) e Mato Grosso (atual Mato Grosso do Sul) na cidade de Campo Grande. No ano seguinte, o número de funcionários cresce para 1.401 (sendo 384 na sede, 430 nas lojas da capital e 587 nas lojas do interior) e é publicado o primeiro número do jornal O Drogasiliano, destinado aos associados do Clube Drogasil.
Interior da Farmasil Campo Grande na década de 1950. Acervo Raia Drogasil. Primeiro caminhão de distribuição da Farmasil Campo Grande em 1944. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
A rede passa a abarcar 46 lojas, agora também em Uberaba (MG), Araguari (MG) e Londrina – é a primeira incursão da marca no Paraná.
Fachada da loja de Londrina no final de 1940. Acervo Raia Drogasil.
1948
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1952
Inauguração do Laboratório Drogasil, em São Paulo, fato que incorpora um viés industrial a uma sociedade até então de caráter exclusivamente comercial. O laboratório surge para fabricar produtos presentes nas principais farmacopeias da época.
O Laboratório Drogasil, duas décadas depois de sua inauguração, em 1972, na Rua Iguatemi, em São Paulo. Acervo Raia Drogasil. O Laboratório Drogasil em 1977. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
No início do ano é concluída a construção do edifício da sede do Clube Drogasil, na capital paulista, composto por três andares, com salões de festas e de jogos, biblioteca e restaurante para os funcionários. Agora, ao todo, são 60 lojas: 25 em São Paulo, 25 no interior do estado, oito em Minas Gerais, uma em Mato Grosso e uma no Paraná. As farmácias da rede sempre incorporam Farmasil ou Drogasil ao nome anterior – por exemplo, Farmasil São José, em Araçatuba; Farmasil Paulista, em Botucatu; e Drogasil Orion, em São José do Rio Preto.
Farmasil Santa Terezinha, em Uberaba (MG), nos anos 1950. Acervo Raia Drogasil.
1953
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1967
Em setembro, a rede viabiliza a implantação de um equipamento eletrônico que promete substituir, ou pelo menos agilizar, diversos processos manuais relacionados à administração das operações, ao processamento de informações e ao controle e reposição de estoques. A medida é concluída integralmente em 1969.
Equipamentos eletrônicos da empresa em 1977, uma década após o início do processo de automação. Acervo Raia Drogasil. Computador de última geração em uso no ano de 1977. Acervo Raia Drogasil. A Drogasil dispunha de equipamentos de alta tecnologia em 1972. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
A Drogasil abre seu capital e torna-se a primeira empresa do varejo farmacêutico nacional a integrar a Bolsa de Valores de São Paulo.
Pregão da Bolsa de Valores de São Paulo em 1972. Acervo Raia Drogasil.
1972
 
 
 
 
 
 
 
1974
Em um terreno de cerca de 46 mil m², no bairro do Butantã, na zona oeste da capital paulista, o grupo inaugura sua nova sede. Agora, está reunida no mesmo complexo toda a estrutura administrativo-operacional da rede, incluindo armazém central, escritórios, laboratório, restaurante, ambulatório médico, farmácia-modelo para treinamento, agência bancária, oficina de manutenção automotiva, marcenaria para montagem e manutenção de instalações nas lojas e depósito de materiais, entre outros departamentos.
 Construção da nova sede em 1972. Acervo Raia Drogasil. Nova sede no Butantã em meados da década de 1970. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
O conceito de autosserviço começa a despontar nas lojas da rede para as seções de produtos naturais e itens de higiene, beleza e perfumaria. O atendimento ao cliente passa a ter seu foco no balcão de medicamentos e na aplicação de injeções.
Propaganda publicada no jornal <i>Drogazeta</i> em dezembro de 1979. Acervo Raia Drogasil.
1979
 
 
 
 
 
 
 
1980
O mês de maio marca a inauguração da primeira drugstore da rede, a Drugstore Brooklin, na capital paulista. Com este novo conceito, a Drogasil cria uma loja que comercializa um pouco de tudo, incluindo mercearia, frios e laticínios, produtos de limpeza, higiene e beleza, perfumaria, utilidades para o lar, jornais e revistas, produtos naturais e dietéticos e, é claro, toda a linha de medicamentos e serviços farmacêuticos.
Anúncio veiculado no jornal <i>Drogazeta</i> em maio de 1980. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
Criação do serviço de plantão permanente, que funciona 24 horas, sete dias por semana e tem o objetivo de indicar, por telefone, qual farmácia da rede está mais próxima do endereço fornecido pelo cliente.
Anúncio no jornal <i>Drogazeta</i> de fevereiro de 1981. Acervo Raia Drogasil.
1981
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1983
Início das atividades do Laboratório Centralizado de Manipulação de Fórmulas Drogasil, localizado na sede da empresa no bairro do Butantã, em São Paulo. Ali, uma equipe de mais de 20 farmacêuticos e manipuladores profissionais recebe receitas de remédios e cosméticos (entregues nos balcões das lojas do grupo) e faz chegar às mãos do cliente, em um prazo de 48 horas, as fórmulas manipuladas. O laboratório encerra suas atividades em 1991.
Anúncio publicado no jornal <i>Drogazeta</i>, no início de 1986, ressalta a tradição da Drogasil na manipulação de fórmulas. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Criação do Cartão Aposentado Drogasil.
1985
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1987
Em setembro, durante um pregão na Bolsa de Valores de São Paulo, a holding Alpaven S/A adquire 13,58% do total de ações da Drogasil S/A e torna-se a maior acionista individual da empresa.
Anúncio de venda de ações publicado nos principais jornais do país. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
A Alpaven faz nova compra de ações e conquista 31% do capital votante da Drogasil, consolidando sua posição de maior acionista isolada da farmacêutica. Em novembro, a rede inaugura seu primeiro supermercado, o Drogasil Alphaville, em Barueri (SP); além de todas as mercadorias comercializadas nas chamadas drugstores da marca, o supermercado vende também frutas, legumes, verduras, carnes, congelados, bebidas e pães de fabricação própria.
Vista aérea da Drugstore Alphavile em 1992. Acervo Raia Drogasil.
1988
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1994
Em junho, nova mudança no controle acionário da empresa. Três grandes acionistas (a família Pires de Oliveira, a holding GL S/A e o Banco Patrimônio, associado ao banco Salomon Brothers) passam a deter, em partes iguais, 60% das ações ordinárias da Drogasil. O maior acionista da farmacêutica, no entanto, continua sendo o grupo holandês Vendex (da holding Alpaven), com 32% de participação.
Ainda em 1994, na esteira do Plano Real, a rede inicia um amplo processo de reengenharia com foco em reestruturações mercadológicas, administrativas e operacionais. A Drogasil repensa seu papel no varejo e redefine, como meta principal, a comercialização e distribuição de medicamentos e artigos de perfumaria, em detrimento de outras atividades. A partir de então, uma série de medidas entra em prática para modernizar a marca – entre elas, a adoção de novo layout nas lojas e de novos processos de tecnologia da informação (TI) e de gestão de pessoas.
 
 
 
 
 
 
Como consequência do processo de reestruturação iniciado no ano anterior, a rede encerra as atividades drugstore e supermercado, implanta um sistema de banco de dados dos clientes, lança o programa de fidelização Cliente Exclusivo Drogasil e implementa, em São Paulo, o serviço de entrega em domicílio, o SOS Drogasil.
1995
 
 
 
 
 
 
 
1996
Somando 117 lojas pelo país, a marca passa por nova alteração no controle acionário: o grupo Vendex vende os seus 32% para o Latin America Enterprise Fund, fundo de investidores com sede em Miami, nos Estados Unidos, e administrado pelo banco ING. Em julho ocorre a introdução do serviço Drogasil On line, em que o cliente escolhe o produto pelo catálogo online da rede, faz o pedido por telefone ou fax e recebe a encomenda pelo correio.
Anúncio do serviço Drogasil Online entre 1997 e 1998. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
Com o intuito de estreitar ainda mais os laços com o público, é implantada a Central de Relacionamento com os Clientes.
1999
 
 
 
 
 
 
 
2000
No último ano do século 20 a Drogasil lança uma linha de produtos com marca própria e reformula o sistema de entrega em domicílio – o SOS Drogasil passa a se chamar Drogasil Delivery.
 
 
 
 
 
 
Mais uma mudança ocorre no controle acionário da companhia. Carlos Pires de Oliveira Dias e Regimar Comercial S/A passam a deter, em conjunto, 59,75% do capital social votante, respondendo, assim, pela maioria da Drogasil S/A.
2002
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2004
Em janeiro, o novo site da marca entra no ar completamente reformulado, e em fevereiro iniciam-se os testes do Fone Farmácia. Esse serviço incorpora, no ano seguinte, todos os clientes e as entregas do Delivery Drogasil (a partir de então, extinto) e em 2008 passa a englobar também o e-commerce do grupo.
Imagem do site que oferece o serviço do Fone Farmácia em 2004. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O grupo faz o chamado IPO, uma oferta pública inicial de ações (do inglês Initial Public Offering), e entra no Novo Mercado da Bovespa para negociar seus papéis e continuar com seu plano de crescimento.
2007
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2010
Ao completar 75 anos, a rede fica na 39ª posição em ranking da revista IstoÉ Dinheiro com as 50 marcas mais valiosas do país. Em junho, inaugura sua 300ª loja, a Drogasil Araraquara (SP).
Sede da empresa no bairro do Butantã, em São Paulo, em 2009. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
Em 26 de julho, a Droga Raia e a Drogasil anunciam que estão negociando a junção de suas operações, e em agosto, é comunicada a fusão que dá origem à Raia Drogasil S/A.
2011
 
Duas gigantes do varejo farmacêutico do país, ambas com origem no início do século 20, seguiam seus caminhos com solidez e autonomia, até que uma aspiração em comum, a de conquistar ainda mais espaço no mercado, aproximou suas trajetórias. Em 2 de agosto de 2011, a Droga Raia e a Drogasil enviaram um comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informando sobre o acordo de fusão. A nova companhia chamava-se Raia Drogasil S/A e nascia com mais de 700 lojas distribuídas por oito estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e no Distrito Federal. Cláudio Roberto Ely, que atuava como diretor-geral e de relações com investidores da Drogasil, passa a presidir o novo grupo; e Antônio Carlos Pipponzi, que presidia a Droga Raia, torna-se o presidente do Conselho de Administração.
Fachada de loja da Drogasil no bairro da Aclimação, em São Paulo. Acervo Raia Drogasil. Fachada de loja da Droga Raia. Acervo Raia Drogasil. Cláudio Roberto Ely, presidente da Raia Drogasil (à esquerda), ao lado de Antônio Carlos Pipponzi, presidente do Conselho de Administração da empresa. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
Em março, a Raia Drogasil divulga pela primeira vez os resultados combinados das duas bandeiras. O desempenho da empresa garante a liderança no ranking da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) como a maior rede em faturamento e em número de lojas do Brasil.
A Raia Drogasil ganha uma nova identidade visual que representa a fusão de dois elementos, formando uma cruz, símbolo da Farmácia. A marca corporativa vai conviver com as marcas das bandeiras Drogasil e Droga Raia, que continuarão a existir nas lojas. No final do ano a rede completa a transferência de todos os funcionários para uma sede única no Butantã, em São Paulo (SP).
Sede da Raia Drogasil no Butantã. Acervo Raia Drogasil.
A Raia Drogasil passa a atuar nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia, e inaugura um novo centro de distribuição em Barra Mansa, Rio de Janeiro.
Centro de distribuição em Barra Mansa (RJ). Acervo Raia Drogasil.
As marcas Needs e Pluii, exclusivas da Droga Raia, chegam às lojas da Drogasil. Em junho a empresa ingressa em um novo segmento de grande procura: o de vitaminas e suplementos nutricionais. A marca b-well (alusão à expressão em inglês “be well”, que significa “ficar bem”) foi lançada simultaneamente nas duas bandeiras.
Linha completa das marcas próprias vendidas nas lojas da Droga Raia e da Drogasil. Acervo Raia Drogasil. Produtos da marca exclusiva b-well. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
Encerrado o processo de fusão, Marcílio Pousada, ex-presidente da Livraria Saraiva, assume a presidência da Raia Drogasil.
Marcílio Pousada, o novo presidente executivo da empresa. Acervo Raia Drogasil.
 
 
 
 
 
 
 
A Raia Drogasil conclui a integração de todo o sistema das lojas e corrige problemas de ordem logística, medidas que se refletem em maior agilidade das operações e ganho de produtividade. A companhia encerra o ano com 131 novas unidades (agora são 1.091 pontos de venda), entrada em cinco novos estados brasileiros (Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, totalizando 17), mais de 23 mil funcionários e receita bruta de R$ 7,7 bilhões, 18,5% maior que em 2013.
 
 
 

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